domingo, 17 de novembro de 2013

Das vivências

Depois de tantas vivências, experiências profissionais e pessoais.
Depois de aprender a observar mais, você adquire a seguinte postura na vida:
Bateu, levou. Perguntou, tem resposta.


quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Acho que te vi chegar

O ideal para aquele dia exaustivo, era te ver naquele Café enquanto lá fora os carros estavam congestionados.
A maravilha da vida daquele dia simples, era te ver com seu boné e seu abismo.
Existe uma distância, existe o ir e vir da Babilônia, as curvas da estrada de Santos.
Uma força que emana de você, essa força é que envolve a natureza.
Olhando pelo vidro, ainda resta um pouco de sol. É horário de verão e foi um dia muito quente aqui.
Ainda resta uma noite inteira e a madrugada para te encontrar.
Fico refém do próximo movimento, do próximo sinal.
Acho que te vi chegar. Te criei mais perto.




segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Um beijo de Fogo

Eu não era mais minha, havia uma sonolência que as vezes persistia por horas.
Parecia que estavam reorganizando algo dentro da minha mente.
Hoje eu estou assim: lenta e com as ideias aleatórias.
Parecia que quando alguma pessoa se aproximava de mim, e acontecia um envolvimento; ela desaparecia misteriosamente. Eu voltava a ficar sozinha de novo.
Muitas vezes cheguei a pensar que era impressão minh
a, mas começou a acontecer com frequência e eu estava começando a ficar cansada daquilo.
Sempre que o cansaço mental atingia­ o ápice do limite humano, por não suportar a prisão mental ; uma nova reprogramação era necessária.
Apesar da dor e solidão, eu estava disposta a pagar o preço. 


[ trecho do conto - Um beijo de Fogo ]




quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Bossa Nova

Escrever sobre você, merece bossa nova como música de fundo.
Porque você tem o olhar que preenche o meu vazio de estrela que vira pó na solidão.
Sua beleza é feita de poesia, imortalidade dos grandes mestres.

E você só veio acrescentar cor, palavras e liberdade à minha vida.


sábado, 12 de outubro de 2013

Café Networking com Juliana Sfair

Vem aí !

CAFÉ NETWORKING com Juliana Sfair

A escritora Juliana Sfair convida você para um bate-papo descontraído, realizando uma travessia divertida pelo tema "O que te faz bem ?"

Buscar o que mais te alegra, fazer o que te realiza. Ler, estar entre amigos, aprender.
Um café, um projeto, um estímulo.

Psicóloga e Consultora convidada: Mariana Bonato

Local: Espaço Café
Rua: Vicente de Carvalho, 1156
Dia: 15/10 ( terça-feira )
Horário: 19:30 

Ribeirão Preto/ SP

sábado, 5 de outubro de 2013

Liz é meu nome !


Liz é meu nome, e eu escrevo agora num dia chuvoso com pensamentos loucos e uma vontade de ser mais.
Só que antes eu vou contar a minha trajetória de vida, vida que é uma eterna roda gigante.
Há alguns anos atrás eu jurava não ser nada, apesar de dois diplomas e inglês fluente. Hoje ainda não sou muita coisa, mas já conquistei um número considerável de leitores.
Leitores que deixam seus olhos percorrerem minhas palavras, leitores que enxergam através das minhas experiências, suas vidas também. Acuso o tempo por ser um vilão irônico.
Atualmente eu moro numa pequena cidade na Inglaterra, mas antes de conseguir adentrar o santuário do silêncio e solidão, eu passei por algumas derrotas amorosas.
Passei por eventos que eu não queria ir, mas FUI! Fui com vontade de sair correndo porque eu não combinava com as pessoas e elas também não combinavam comigo no quesito cultura.
No quesito arrogância e futilidade, elas ganhavam de mim. Dane-se.
Acho que ainda estou um pouco acima do peso, porque quando vou à Londres compro e experimento todos os doces que vejo pela frente e isso me faz feliz com o quadril grande.
Hoje eu esqueci de tomar meu remédio para depressão, hoje eu esqueci de ponderar as palavras também.
Mencionei acima “derrotas amorosas”, para causar curiosidade. Muitos adoram achar que você não tem sorte no amor e acham que tem mais sorte do que você ,por terem aquele amor platônico em estado vegetativo.
Muitos adoram a mentira. Muitos preferem o engano.
Aproveitando a tarde bonita, silenciosa e sincera quero dizer que alguns homens precisam de algumas cápsulas de senso, porque se tem uma coisa que eu abomino é gente sem noção.
Não sei se essa raça sem noção existe ainda nas terras brasileiras, mas se existir vamos tratar de exterminá-la.
Eu tento ao máximo manter minha privacidade para não expor meus amigos (que são pouquíssimos). Depois que mudei de país também não fiz muitos amigos. Problema meu!
Sim, eu sinto saudades do Brasil! Sinto saudades do meu antigo emprego, saudades da minha cachorra, da minha cama quentinha e do café que eu tomava com a minha amiga.
Os dois livros que lancei foram traduzidos para o inglês e eu vendo na medida do possível. Sem insistir.
Quem quer comprar, eu escrevo a dedicatória e ficamos amigos. Ou não. Enfim, deixo assim!
Agora que comecei a cultivar plantas, fiquei mais calma. Tomo chá de camomila todos os dias e amo mais um pouco os meus semelhantes. Efeitos do chá.
Por falar em chá, fui convidada para um Chá das cinco! Relutei comigo mesma por uma semana para decidir se iria ou não. Fui.
Fui e deixei acontecer. Só comentei que era escritora porque perguntaram como conseguia morar neste vilarejo. Aí para não ficar sem jeito e confessar que tenho uma mente suicida, eu disse que prefiro lugares sossegados para escrever.
Ah ! E quando eu não tomo o antidepressivo para ficar feliz, eu tomo alguns tranquilizantes e durmo a maior parte do dia. Dormir também é felicidade.






terça-feira, 17 de setembro de 2013

Indolor - Incolor


Os pensamentos naquela tarde agitavam-se com o vento. Era o lado escuro de cada um que ameaçava brotar.
Compenetrados em suas vidas superficiais; o que estimulava era o viria acontecer: o próximo dia, o próximo verão, a próxima festa.
Eu est
ava no meio de tudo isso e também queria pausa. Queria liberdade.
Mas ninguém é tão livre o quanto pensa na selva do capitalismo selvagem.
Sobrevivemos com sorriso meio falso. No fundo, morremos antes; de medo.
Indolor é a alma, que já não existe.
Incolor é o tédio, que persiste.