Nós mulheres não precisamos de dicas de como conquistar os homens, não precisamos também gritar ao mundo o quanto somos duronas e fodas, é mentira ! Mulheres e Homens são assombrados pela insegurança, o medo de não serem aceitos pelo outro; e o que parece auto confiança e postura arrogante, muitas vezes é a velha auto defesa.
Mulheres não precisam menosprezar o sexo oposto, dizendo que eles não prestam, acho isso coisa de mulher que ainda não se aceitou, complexo de inferioridade que alguns fatos da infância podem esclarecer. Impossível não fazer a conexão com Freud, quando levanto a questão da infância, pois é lá que estão nossos segredos ; nesse caso seria ótimo umas sessões de psicanálise.
Aí você fala, fala, fala, o psicanalista ouve, você xinga aquele galanteador que partiu seu pobre coraçãozinho de princesa inocente ( até parece, você sabia que era furada, mulher tem sexto sentindo e amigas ).
Sugeri um psicanalista, porque é chato aguentar o bonde da mulherada que só critica os homens, resmungam o tempo inteiro que são iguais, cafajestes.
A safadeza reside nos dois sexos, acredito em lealdade. Não acredito em fidelidade.
Precisamos de amor, sim ! Todos precisam !
Precisamos também de suco detox, bom humor e blusinhas de seda.
Mulheres lindas, vamos parar com essa chatice de criticar os homens a maior parte do tempo querendo que eles sejam anjos ou príncipes encantados com as juras de amor eterno ( Os contos de fadas ainda atormentam as cabeças de algumas mulheres-princesas da nova era ).
Os contos de fadas, desculpem a expressão “ ferraram “ tudo.
Enfim, eu também gosto da Cinderela. Eu sou um pouco Disney, confesso.
Eu prefiro sim os anjos, mas os anjos caídos.É mais excitante.
Sejamos serpentes.
sexta-feira, 13 de junho de 2014
terça-feira, 20 de maio de 2014
Mãos dadas
Estávamos de mãos dadas no sonho, como se a vida fosse
apenas te olhar com aquela camiseta branca e toda a segurança do planeta.
Aquele olhar que mais parecia um quadro renascentista (
luz, dor, transgressão ) ou um mundo paralelo; como os filmes de David Lynch.
O toque das mãos permanece suave e forte na minha
lembrança.
Suave como a vida deve ser e forte como devemos ser
perante a vida.
segunda-feira, 12 de maio de 2014
Bolha Mental
Fugi, essa foi a primeira palavra que veio a minha mente
para iniciar o texto.
Era preciso o desligamento de toda a ansiedade e
expectativa criadas no decorrer dos anos, meses, dias. Era preciso sair,
encontrar alternativas para alcançar uma nova fonte de energia.
Energia limpa, dócil, leve.
Encostar os pés na água limpa, respirar um mundo novo.
Toda a consciência corporal para alinhar pensamentos.
Uma nuvem tinha o formato de flecha no céu, uma seta
indicando possíveis destinos e era naquela vibração que eu queria ficar.
Tudo silenciava, mas algumas vozes distantes ainda
chegavam. Não me importava, eu havia criado uma bolha mental. Eu sempre criei
outros mundos, outras formas de interagir com o Universo e sua força.
Fugir, fugir do que não te impulsiona. É essa a meta, a
linha da plenitude agora.
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Felicidade é plenitude
Seja feliz, fique feliz. Mesmo que sem nenhum motivo aparente. A vida é um presente, então nada mais lindo do que ser feliz por estar vivo.
Felicidade não é escandalosa, felicidade é plenitude.
Ler um livro é felicidade. Felicidade não é essa ilha da fantasia que muitos ostentam nas redes sociais. Aquilo é algo criado, é maquiagem, lugares, festas.
Eu falo de uma felicidade diferente, aquela que mesmo sozinha te acompanha e não te deixa.
Vivenciar momentos simples, como o de beber um café e pensar no lugar que você ocupa no mundo, listar mentalmente os filmes europeus que você ainda não viu.
Felicidade não é escandalosa, felicidade é plenitude.
Ler um livro é felicidade. Felicidade não é essa ilha da fantasia que muitos ostentam nas redes sociais. Aquilo é algo criado, é maquiagem, lugares, festas.
Eu falo de uma felicidade diferente, aquela que mesmo sozinha te acompanha e não te deixa.
Vivenciar momentos simples, como o de beber um café e pensar no lugar que você ocupa no mundo, listar mentalmente os filmes europeus que você ainda não viu.
quarta-feira, 26 de março de 2014
Luz discreta
O olhar perdido para o céu, era apenas uma maneira de tentar encontrar respostas para todas as angustias e de voltar ao centro do equilíbrio, da nova vontade.
Depois um silêncio no quarto, com a luz discreta do abajur diminuindo o giro mental.
Depois um silêncio no quarto, com a luz discreta do abajur diminuindo o giro mental.
quinta-feira, 20 de março de 2014
Meu Divã
Agora eu fico assim, incomodada por não me importar tanto com as outras pessoas, por ser fria, quando uma palavra bastaria. Mas também por outro lado, eu não quero forçar e ser o que não sou e sinto. Eu muitas vezes NÃO SINTO.
Minha mente é o meu melhor divã, nela eu perdoo todos os meus deslizes e falhas.
Ah, mas se eu tivesse perguntando para o meu amigo se ele melhorou das dores no corpo, da febre (...). É, eu não perguntei. Eu segui minha vida, eu fui embora com os dias, com a minha vontade de ser mais, de chegar no meu objetivo.
Li uma vez que criança mimada quando cresce, acha que o mundo é que precisa dar atenção a elas; e não ao contrário. Faz todo o sentido.
É que eu nem percebo, nem fico na paranoia de agradar todo mundo.
Eu sou, vou e pronto. Não, eu NÃO SINTO MUITO.
segunda-feira, 17 de março de 2014
Encontro
O encontro seria perfeito se a vontade explodisse dos dois lados, mas forçar um encontro, uma aproximação seria mais um capricho, uma insistência robótica.
Era preciso que houvessem corações na mesma sintonia, e isso não estava acontecendo claramente.
Não queria um abraço depois de joguinhos ou borboletas no estômago. Queria mesmo era um ato corajoso de me chamar para mais perto, mas isso não aconteceu. Deixei a madrugada levar embora os últimos fantasmas de uma história inacabada, que poderia ficar banal, boba.
Não quero nada banal, morno. Ou vem inteiro e confiante, ou fica longe.
Admiro quem ousa e admiro também quem sai de cena dignamente. Palavras vazias são desprezíveis.
Me encara, me desafia, me cerca. Não me interessa o seu medo, suas outras intenções, sua malandragem amadora ( eu aprendi a ler as entrelinhas ).
Prefiro que vá embora. Se você não fixa o olhar num ponto para dar o salto perfeito, acaba desequilibrando.
E da vida, eu quero apenas o decidido. Desejo palavras firmes e intenção inteiras, sem manobras.
Agora pode ir.
Era preciso que houvessem corações na mesma sintonia, e isso não estava acontecendo claramente.
Não queria um abraço depois de joguinhos ou borboletas no estômago. Queria mesmo era um ato corajoso de me chamar para mais perto, mas isso não aconteceu. Deixei a madrugada levar embora os últimos fantasmas de uma história inacabada, que poderia ficar banal, boba.
Não quero nada banal, morno. Ou vem inteiro e confiante, ou fica longe.
Admiro quem ousa e admiro também quem sai de cena dignamente. Palavras vazias são desprezíveis.
Me encara, me desafia, me cerca. Não me interessa o seu medo, suas outras intenções, sua malandragem amadora ( eu aprendi a ler as entrelinhas ).
Prefiro que vá embora. Se você não fixa o olhar num ponto para dar o salto perfeito, acaba desequilibrando.
E da vida, eu quero apenas o decidido. Desejo palavras firmes e intenção inteiras, sem manobras.
Agora pode ir.
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